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Como funciona o seguro de carro?

O seguro de automóveis no Brasil se divide em dois grupos: o seguro obrigatório (DPVAT – Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres) e o seguro facultativo, conhecido como seguro de automóveis.

Recentemente, para permitir cobertura secundária aos donos de veículos mais antigos, foi regularizado o seguro popular de automóveis, que prevê o uso em reparos de peças usadas ou de peças novas não originais

O seguro facultativo garante indenização por:

  • Danos acidentais causados ao veículo - roubo ou furto do mesmo (ou suas partes);
  • Ressarcimento de danos (materiais ou pessoais) causados pelo veículo a terceiros;
  • Indenização aos passageiros acidentados do veículo (ou seus beneficiários) e;
  • Assistência ao veículo e seus ocupantes, em caso de acidente ou pane.

O seguro de carro é um contrato selado entre uma seguradora e um proprietário de veículo, em que o contratante paga uma taxa onde cobrirá se ele tiver possíveis prejuízos ao veículo, assim como roubo e até mesmo danos pessoais ou a terceiros por exemplo.

Para saber quanto cada segurado deve pagar, as seguradoras levam em consideração informações pessoais do proprietário, como gênero e idade, além de dados estatísticos como índice de roubo do local onde mora. Em escala, a pessoa que morar em um local com mais riscos, acaba por pagar mais caro pelo seguro.

Quando o cliente sofre uma batida de carro, com perda parcial ou total, deve acionar o seguro, que fará uma avaliação e arcar com os custos previstos no contrato, lembrando que em caso de acidentes com vítimas, é preciso aguardar a chegada da polícia no local para que seja feito o boletim de ocorrência (BO).

Se o carro tiver conserto, o cliente paga o valor da franquia (parte em dinheiro que você vai pagar para consertar seu carro) estabelecida e a seguradora arca com o restante dos custos. Já se a perda do veículo for total, não há pagamento da franquia, e a seguradora pagará o valor relativo ao carro, que foi posto no contrato.

Em casos de roubo ou furto, o procedimento deve ser o mesmo.  Aciona-se o seguro, e será possível receber o valor estabelecido no contrato para essas situações. Basta apresentar os documentos requeridos, como boletim de ocorrência, documentos pessoais e do carro.

Mas, você sabe como funciona o pagamento do seguro de carro? O seguro é geralmente pago por meio de boleto bancário, enviado junto com a apólice (documento emitido pela seguradora). Entretanto, existem outras possibilidades, como pagamento com cartão de crédito ou débito em conta.

Quais são os tipos de indenização que existem para danos ao veículo segurado?

Perda parcial: consertos de valores abaixo de 75% do valor do carro, conforme o critério adotado no contrato, são consideradas para efeito do seguro “perda parcial”. Caso ultrapassas o valor disposto, a seguradora se responsabiliza pelo reparo do veículo, ficando o segurado responsável pelo pagamento da franquia (participação do segurado nos prejuízos) diretamente à oficina.

Indenização integral: Por conta da sua extensão, não se torna viável economicamente a reparação. Essa situação ocorre quando os custos de reparação do veículo são superiores a 75% limite máximo, quantia correspondente ao valor segurado do veículo. A seguradora indenizará o cliente em valor equivalente ao veículo. No caso de roubo ou furto, a indenização integral só é reconhecida se o seu carro não for recuperado antes do pagamento feito pela seguradora.

Sabendo de quais são as possíveis indenizações, é necessário procurar uma seguradora para que seja feito a melhor proposta de seguro para você.





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